Sur Flickr, Le thème « castidad » analysé en profondeur
Le thème « castidad » abordé sur Flickr par Hugo Carriço
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L’image intitulée « India Jainism / Jainismo » a été publiée par Hugo Carriço. En la consultant récemment, nous avons constaté des interactions (Compteur de vues : 9224).
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Description indiquée sur Flickr : « China and India
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is an Indian religion that prescribes pacifism and a path of non-violence towards all living beings. Its philosophy and practice emphasize the necessity of self-depravation and denial. Any soul that has conquered its own inner enemies and achieved the state of supreme being is called Jina (Conqueror or Victor). Jainism is also referred to as Shraman (self-reliant) Dharma or the religion of Nirgrantha (lit. those without ties) by ancient texts. Jainism is commonly referred to as Jain Dharma in Hindi and Samanam in Tamil.
Jain doctrine teaches that Jainism has always existed and will always exist, although historians date the foundation of organized or present form of Jainism to sometime between the 9th and the 6th century BC. It has been hypothesized that like several traditions in Hinduism, proto-Jainism may have had its roots in the Indus valley civilization, reflecting native spirituality prior to the Indo-Aryan migration into India. In the modern world, it is a small but influential religious minority with as many as 4.2 million followers in India, and successful growing immigrant communities in North America, Western Europe, the Far East, Australia and elsewhere.
Jains have successfully sustained this longstanding religion to the present day and have significantly influenced and contributed to ethical, political and economic spheres in India. Jains have an ancient tradition of scholarship and have the highest degree of literacy for a religious community in India. Jain libraries are the oldest in the country. Tamil Jains and Kannada Jains who are native to their regions, residing in Tamil Nadu and Karnataka respectively since the 1st century BC, are distinguishable from North Indian Jains in some of their routines and practices, but the core philosophies and belief systems are the same for all Jain communities.
The five Mahavratas are the five great vows Jain monks observe. They are:
1.Non-violence (Ahimsa)
2.Truth (Satya)
3.Non-stealing (Asteya)
4.Chastity (Brahmacharya)
5.Non-possession/Non-attachment (Aparigraha)
The vows for the Jain monks, as prescribed by the ancient texts like Acharanga, are quite strict, and have come down to our time from the teachings of Lord Mahavira.
Jain monks are celibate, possess no property and are not attached to any specific place. They are thus required to wander, except for the four months during the rainy season (called chaturmasa).
For lay Jains, who obviously marry and possess property, there is a corresponding set of five vows termed Anuvratas.
portugues
O jainismo ou jinismo é uma das religiões mais antigas da Índia, juntamente com o hinduísmo e o budismo, compartilhando com este último a ausência da necessidade de Deus como criador ou figura central. Considera-se que a sua origem antecede o Bramanismo, embora seja mais provável que tenha surgido na sua forma actual no século V a.C., em resultado da acção religiosa do Mahavira.
Vista durante algum tempo pelos investigadores ocidentais como uma seita do hinduísmo ou uma heresia do budismo, devido à partilha de elementos comuns com estas religiões, o jainismo é contudo um fenómeno original. Ao contrário do budismo, o jainismo nunca teve um espírito missionário, tendo permanecido na Índia, onde os jainas constituem hoje cerca de quatro milhões de crentes. Pequenas comunidades jainas existem também na América do Norte e na Europa, em resultado de movimentos migratórios. A palavra jainismo tem as suas origens no verbo sânscrito jin que significa « conquistador ». Os seus adeptos devem combater, através de uma série de estágios, as paixões de modo a alcançar a libertação do mundo.
Sua visão básica é dualista. A matéria e a mônada vital ou jiva são de naturezas distintas, e durante sua vida o ser vivente (seja humano ou animal) tinge sua mônada como resultado de suas ações. Para se purificar, esta religião propõe um extremo ascetismo e o colocar em prática da doutrina da não-violência ou ahimsa.
Origens
Segundos os historiadores da religião, o jainismo estabeleceu-se na Índia em meados do primeiro milénio a.C.. O seu fundador foi o Mahavira, existindo duas propostas para o período em que viveu: 599 a.C. – 527 a.C (data tradicional apontada pelo jainismo) ou 540 a.C – 470 a.C. (segundo os académicos). Nasceu perto de Patna, naquilo que é hoje o estado do Bihar. Foi um contemporâneo do Buda, tendo pregado na mesma região geográfica, embora não conste que os dois mestres se tenham alguma vez encontrado. Pertencia à casta dos guerreiros (xátrias), casou, viveu no luxo até que por volta dos trinta anos tornou-se um mendigo errante.
Entregou-se a longos processos ascéticos até obter a iluminação, tendo consagrado os restantes trinta ou quarenta anos da sua vida a pregar a sua doutrina. Faleceu em Pavapuri, no Bihar, que é desde então um dos principais locais de peregrinação jaina.
De acordo com os jainas, a sua religião é eterna, tendo sido a doutrina revelada ao longo de várias eras pelos Tirthankaras, palavra que significa « fazedores de vau », ou seja, alguém que ensinou o caminho. Os Tirthankaras foram almas nascidas como seres humanos que alcançaram a libertação (moksha) do ciclo dos renascimentos através da renúncia e que transmitiram os seus ensinamentos aos homens. Na presente era existiram 24 Tirthankaras. O último desses Tirthankaras foi o Mahavira, que os jainas não consideram como o fundador do jainismo, mas antes aquele que lhe deu a sua forma actual. O 23.º Tirthankara foi Parshva, que os historiadores consideram ter sido provavelmente uma figura histórica que viveu cerca de três séculos antes do Mahavira. Os jainas acreditam que Parshva pregou os 4 grandes princípios do jainismo, a saber: não-violência (ahimsa), evitar a mentira, não se apropriar do que não foi dado e não se apegar às posses materiais; o Mahavira acrescentou o princípio da castidade.
Divisões internas
Os jainas encontram-se divididos em dois grupos principais: os Digambara (« Vestidos de espaço ») e os Svetambara (ou Shvetambara, « Vestidos de branco »). Cada um destes grupos encontra-se por sua vez dividido em vários subgrupos. A maioria dos jainas pertencem ao grupo Svetambara.
A origem destes dois grupos situa-se no século I d.C (ou talvez no século III d.C, segundo alguns autores) e deve-se a disputas em torno dos textos que devem constituir as escrituras do jainismo. Os Svetambara consideram que as suas escrituras estão mais próximas dos ensinamentos originais do Mahavira, enquanto que os Digambara rejeitam uma parte considerável dessas escrituras. Os Digambara consideram igualmente que a renúncia pregada pelo Mahavira implica para os monges a nudez total e que as mulheres devem primeiro renascer como homens para poderem atingir a libertação.
Ao nível da geografia, os Digambara concentram-se no sudoeste da Índia e os Svetambara no noroeste (estados do Gujarate, Rajastão e Madhya Pradesh).
As estátuas dos dois grupos são também diferentes: os Tirthankaras dos Svetambara possuem roupas e uma decoração mais rica, enquanto que as dos Digambara estão nuas; estas diferenças fazem com que um adepto dos Digambara não possa praticar o culto num templo Svetambara.
Doutrinas
O tempo
Os jainas consideram que o tempo é infinito e cíclico. Ele é visto como uma grande roda dividida em duas partes idênticas: uma realiza um movimento ascendente (Utsarpini), enquanto que a outra um movimento descendente (Avasarpini). Cada uma destas partes divide-se em seis eras (ara). Durante o período ascendente os seres humanos progridem ao nível do saber, estatura e felicidade, enquanto que o período descendente caracteriza-se pela degradação do mundo, pelo esquecimento da religião e pela perda de qualidade de vida pelos humanos.
Segundo os jainas, vivemos actualmente num período de movimento descendente, numa era de infelicidade (Dukham Kal), que começou há 2500 anos e que durará 21 mil anos.
O universo e os cinco mundos
Segundo o jainismo, o universo divide-se em cinco mundos, sendo cada um deles habitado por determinado tipo de seres. O universo é eterno, não tendo sido criado por nenhum ser superior.
No topo do universo está a morada suprema (siddhashila), que é o local onde habitam as almas que alcançaram a libertação (estas almas são denominadas Siddhas). Abaixo encontram-se trinta céus, habitados por seres celestiais, alguns dos quais caminham para a morada suprema.
O mundo médio (madhyaloka) inclui vários continentes separados por mares. No centro deste mundo encontra-se o continente Jambudvipa, considerado o único continente no qual as almas podem alcançar a libertação. Os seres humanos habitam este continente, bem como um segundo continente ao lado deste e parte do terceiro continente.
O mundo inferior (adholoka) consiste em sete infernos, onde os seres são atormentados por demónios e onde se atormentam uns aos outros. Abaixo do sétimo inferno encontra-se a base do universo (nigoda), habitada por inúmeras formas inferiores de vida.
Karma
À semelhança do hinduísmo e do budismo, o jainismo partilha da crença no karma, embora de uma forma diferente. O karma no jainismo não é apenas um processo em que determinadas acções produzem reacções, mas também uma substância física que se agrega a uma alma. As partículas de karma existem no universo e associam-se a uma alma devido às acções dessa alma (por exemplo, quando uma alma mente, rouba ou mata esta provoca a agregação de karma na sua alma). A quantidade e qualidade destas partículas determinam a existência que a alma terá, a sua felicidade ou infelicidade. Só é possível a uma alma alcançar a libertação quando desta se retirarem todas as partículas de karma.
O processo que permite a libertação das partículas de karma de uma alma denomina-se nirjara e inclui práticas como o jejum, o retiro para locais isolados, a mortificação do corpo e a meditação.
formas de vida
Monges e Monjas
O jainismo considera a vida monástica como o ideal de vida dos seres humanos. Entre os Svemtambara a entrada na vida monástica é autorizada aos dois sexos a partir dos sete anos, mas realiza-se em geral numa idade mais avançada. O noviço deve abandonar todos os seus bens; por altura da sua ordenação (diksa) a sua cabeça é rapada e ele toma os cinco votos, que segue numa versão mais rigorosa do que a dos leigos (mahavrata).
Os monges jainas levam uma vida itinerante, com excepção da época das monções, altura em que se recolhem numa determinada localidade. Dependem para a sua alimentação da caridade fornecida pelos leigos jainas, a quem oferecem em troca assistência espiritual.
Os monges do ramo Svetambara podem ser donos de pequenas coisas, como uma fina veste branca, uma tigela onde recebem os alimentos dos leigos e uma máscara de tecido usada sobre a boca (mukhavastrika), cujo objectivo é evitar a ingestão involuntária de pequenos insectos. Os monges Digambara interpretam o preceito do desapego de uma forma bastante rigorosa e por esta razão não usam roupas; as monjas deste ramo usam uma veste branca. Os monges Digambara não possuem uma tigela e usam a mãos como recipiente dos alimentos. Os monges « Svetambara » costumam se deslocar em pequenos grupos de cinco ou seis monges, enquanto que os Digambara geralmente viajam sozinhos.
Todos os monges devem seguir as três regras que evitam a conduta incorrecta (guptis: ter cuidado com os pensamentos, as palavras e as acções).
Entre os Svetambara o número de monjas ultrapassa o de monges. As monjas Digambara aceitam a doutrina que afirma que para se avançar no caminho espiritual é necessário nascer com um corpo masculino.
Leigos
Os jainas que não são monges devem observar oito regras de comportamento e devem tomar doze votos. As oito regras de comportamento variam, mas em geral incluem a prática absoluta e irrestrita de Ahimsa (não-violência) que tem seu ponto forte na alimentação: não comer carne de nenhum tipo, não comer certos vegetais (cebola e alho) os quais se acredita serem de origem inferior e não usar nenhum produto de origem animal. Outras regras incluem não se alimentar à noite, não ingerir bebidas alcoólicas nem substâncias consideradas alteradoras da consciência (cafeína, teobromina) e praticar a caridade a todos os seres vivos. Ler sobre as qualidades transcendentais dos Tirthankaras e recitar o Navkar Mantra também fazem parte das principais práticas diárias.
Quanto aos doze votos, eles podem ser divididos em três classes:
Anuvratas – são os cinco votos principais: abster-se de atos violentos, não mentir, não roubar, não cobiçar o parceiro de outra pessoa e limitar as possessões pessoais;
Gunavratas – são três votos que reforçam os cinco votos principais: restringir as atividades pessoais a uma área concreta (digvrata), restringir práticas que proporcionam prazer (bhogopabhogavrata), evitar atos que causam sofrimento (anarthadandavrata);
Siksavratas – são quatro votos de disciplina espiritual: meditar, limitar determinadas atividades a certos momentos, adotar a vida de um monge por um dia, fazer donativos aos monges ou aos pobres
formas de culto
Uma das principais formas de culto dos jainas leigos é prestar homenagem às estátuas dos Tirthankaras. Os jainas lavam as estátuas e dedicam-lhes oferendas, como mel, flores, arroz, etc. Alguns grupos jainas, como os Sthanakavasis e os Terapanthis, são contra o culto de imagens.
O crente não adora a estátua em si, mas antes as qualidades associadas a ela, de modo a receber inspiração para seguir o mesmo caminho. As estátuas podem ser adoradas nos templos ou então em pequenos santuários existentes nas casas. São representadas em posição de meditação, sentadas ou em pé.
Não é possível estabelecer qualquer forma de contacto com os Tirthankaras através desta forma de culto, uma vez que estes, tendo alcançado a libertação, ficam fora do contacto humano. Contudo, durante a Idade Média cada Tirthankara foi associado a uma deusa protectora, em relação às quais se desenvolveram formas particulares de devoção. As deusas mais importantes são Ambika (associada ao 22º Tirthankara, Arishtanemi), Padmavati (associada a Parshva), Lakshmi e Sarasvati.
As orações jainas fazem referência aos grandes actos dos Tirthankaras e aos ensinamentos do Mahavira, sendo ditas num antigo dialecto do Bihar, o Ardha Magadhi. A principal oração é o Namaskara Sutra, através do qual o jaina presta homenagem às qualidades dos cinco grandes seres do jainismo.
O ato de fazer doações para a construção de templos é também considerado uma forma de culto, assim como a prática de peregrinações.
festivais
Os principais festivais do jainismo são:
Mahavira Jayanti – decorre em março ou abril e celebra a data do nascimento do Mahavira. Neste dia estátuas do Mahavira são levadas em procissões pelas ruas e os jainas reúnem-se nos templos para ouvir a leitura dos seus ensinamentos.
Paryushana: durante o mês de Bhadrapada (agosto-setembro) os membros do ramo Svetambara do jainismo celebram um dos seus festivais mais importantes, Paryushana. Este festival está dedicado ao perdão e consiste na prática do jejum durante oito dias. No último dia do festival (Samvatsari) os jainas pedem perdão uns aos outros por ofensas que possam ter causado; aqueles que conseguiram jejuar durante os oito dias seguidos são levados para os templos em procissão. O festival equivalente na tradição Digambara denomina-se Dashalakshanaparvan, e para além da prática do jejum, é lido nos templos um importante texto, o Tattvartha-sutra.
Divali (festa da luzes) – celebração comum a toda a Índia, é para os jainas a comemoração da altura em que o Mahavira deu os seus últimos ensinamentos e alcançou a libertação. Ocorre no mês de Kaartika, que corresponde no calendário gregoriano a outubro-novembro.
Kartik Purnima – ocorre no dia de lua cheia do mês de Kaartika. Após terem permanecido numa determinada localidade durante os meses da monção, os monges e monjas jainas regressam à vida errante, sendo por vezes acompanhados por leigos no percurso que fazem para outro local. Neste dia muitos jainas realizam a peregrinação aos templos de Palitana, no estado indiano do Gujarate.
Mastakabhisheka – Cada doze anos os jainas (principalmente os do ramo Digambara) reúnem-se no santuário de Shravana Belgola no estado de Karnataka, onde se encontra uma estátua de dezessete metros de Bahubali, que é alvo de libações com água, mel, leite, flores, preparados de ervas e especiarias.
A suástica
O Jainismo dá mais ênfase à suástica que o Hinduísmo. Representa o sétimo jina (santo), o Tirthankara Suparsva. É considerada uma das 24 marcas auspiciosas, emblema do sétimo arhat dos tempos atuais. Todos os templos jainistas, assim como os livros santos jainistas, contêm a suástica. As cerimônias jainistas começam e terminam com o desenho da suástica feito várias vezes em volta do altar.
Os adeptos também usam o arroz para desenhar a suástica (também conhecida por « Sathiyo » no estado indiano de Gujarat) diante dos ídolos nos templos. Os jainistas colocam uma oferenda sobre esta suástica – geralmente uma fruta, um doce (mithai), uma fruta em passa ou ainda uma moeda ou cédula de dinheiro.
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Pourquoi opter pour une ceinture ou une cage de chasteté ?
La ceinture de chasteté est utilisée pour divers motifs. Pour certains, elle est un moyen de renforcer la discipline personnelle et de contrôler la sexualité masculine (érection, masturbation, etc.). Elle a également un usage excitant dans le cadre de jeux sexuels de domination. D’autres voient la ceinture de chasteté comme un moyen de garantir la fidélité dans un couple en éliminant la possibilité d’infidélité physique. Elle peut être vue comme un jeu ou un défi, la restriction et l’attente augmentant l’excitation et le désir.
Port et utilisation de la cage de chasteté :
Une fois en place, la cage de chasteté empêche toute érection complète et restreint l’accès au pénis. Cela permet de contrôler l’activité sexuelle de l’utilisateur, qu’il soit seul ou sous la supervision d’un partenaire. Pendant le port de la cage, garder une bonne hygiène est fondamental. La majorité des cages permettent la miction sans avoir à enlever le dispositif, mais il est essentiel de procéder à un nettoyage régulier pour prévenir les irritations ou infections. La cage ne peut être retirée qu’en utilisant la clé pour déverrouiller le dispositif et enlever l’anneau de base ainsi que le tube. Il est conseillé de vérifier l’état de la peau et la circulation sanguine après chaque utilisation prolongée. La cage de chasteté est un dispositif complexe mais fonctionnel pour ceux qui veulent pratiquer la chasteté. En connaissant les divers composants et en l’utilisant correctement, on peut intégrer cette pratique en toute sécurité et avec confort dans sa vie personnelle ou de couple.
Quel est le processus pour sélectionner la taille adéquate d’une cage de chasteté ?
Le port d’une ceinture de chasteté nécessite de prendre plusieurs précautions. Pour éviter les infections, il est essentiel de maintenir une hygiène rigoureuse. Pour assurer un nettoyage complet et vérifier l’état de la peau, il est important de retirer la cage régulièrement. Pour que la pratique se déroule bien, il est important de discuter avec le coach, dont l’expérience permet d’anticiper les changements.
Un guide complet sur l’homme et la chasteté.
La chasteté de l’homme est une pratique courante. De nos jours, la chasteté est souvent gardée secrète. Une section entière est consacrée à l’étude de la chasteté de l’homme sur le site chastete.fr qui aborde le sujet de la chasteté de l’homme. Cela masque la réalité : beaucoup d’hommes portent une cage de chasteté. Son sexe est enfermé sous ses habits. Ce dispositif empêche toute forme de masturbation. Un coach prend le contrôle de ses actes sexuels, remplaçant ses impulsions animales. Sans cet accessoire de chasteté, l’homme cède aisément à la masturbation. Cela est tout à fait naturel. De nos jours, l’homme est sans cesse en état d’excitation. Il a beau se concentrer, les sollicitations de la publicité, du cinéma, de la musique et autres sont omniprésentes. La seule solution pour lui est de se soumettre volontairement à une autorité supérieure qui prend le contrôle de son sexe et de la rétention de sa semence. En pratiquant la chasteté, les hommes augmentent leur réussite et leur performance. La contrainte des organes génitaux dans un accessoire, qu’il soit sportif, étudiant ou cadre, crée un état psychologique distinct de celui issu de la masturbation libre ou de la sexualité anarchique.
Quels éléments structurent une cage de chasteté ?
Une cage de chasteté est un dispositif destiné à limiter l’accès au pénis, couramment employé dans le cadre de pratiques visant à contrôler le plaisir sexuel des hommes ou à renforcer la discipline personnelle. Voici les parties fondamentales d’une cage de chasteté : Le tube, qui peut aussi être appelé cage, est la composante principale du mécanisme. Le pénis est contenu dans cette partie du tube. Le tube est habituellement fabriqué pour épouser la forme du pénis au repos, offrant un maintien à la fois confortable et restrictif. Les tubes peuvent être construits en acier, plastique ou silicone, chacun de ces matériaux ayant des avantages distincts concernant la qualité, le confort, la sécurité et l’hygiène. L’anneau de base est un élément central du dispositif. Il est positionné autour de la base du pénis et se trouve derrière les testicules. Il est connecté au tube et maintient la cage en place pour empêcher tout retrait non désiré. Les anneaux sont fabriqués en différentes tailles pour convenir confortablement à l’utilisateur, sans exercer de pression excessive. Le verrou sert à maintenir la cage en place sur l’anneau de base. On trouve une variété de verrous, allant des cadenas métalliques aux mécanismes en plastique plus subtils. Lorsque le dispositif est verrouillé, il ne peut être enlevé sans la clé, garantissant que l’utilisateur reste dans l’état de chasteté désiré. Les tiges de connexion, également nommées espaçeurs, relient l’anneau de base au tube. Elles permettent de moduler l’espace entre l’anneau et la cage, offrant un confort ajustable. Ces espaçeurs sont souvent proposés en diverses longueurs pour permettre un réglage optimal selon la morphologie individuelle. Il est crucial de prendre plusieurs mesures, incluant la longueur de la verge et les diamètres de la base du pénis, pour un ajustement optimal. Certaines cages de chasteté sont munies d’ailettes anti-recul, qui empêchent le pénis de se déplacer vers l’arrière grâce à des extensions internes. Grâce à cette fonctionnalité, la sécurité du dispositif est accrue, rendant le retrait du pénis plus complexe.
Quelle influence la pratique de la chasteté exerce-t-elle sur la relation entre deux personnes ?
Le fait de pratiquer la chasteté peut avoir des répercussions notables sur la relation de couple. Elle peut renforcer la confiance et la communication, en encourageant les partenaires à explorer de nouvelles formes d’intimité. Pour certains couples, elle engendre une complicité et une excitation accrues, transformant ainsi la sexualité en un domaine plus étendu et plus créatif. Lorsque la chasteté est bien administrée, elle peut se révéler être un outil efficace pour solidifier les liens et découvrir des aspects inédits de la relation.
Quels sont les avantages de la chasteté?
La chasteté, lorsqu’elle est soutenue par des dispositifs comme les cages de chasteté, procure des avantages personnels et relationnels. La pratique de la chasteté permet, sur le plan individuel, d’acquérir une meilleure maîtrise de soi et d’améliorer la concentration sur divers aspects de la vie. Grâce à la chasteté, l’anticipation grandit, ce qui rend chaque moment d’intimité plus intense. Dans une relation de couple, la chasteté favorise une meilleure communication et une plus grande complicité. Les partenaires, en se focalisant sur l’affection non sexuelle, peuvent renforcer leur connexion émotionnelle et enrichir leur relation.
Comment la cage de chasteté fonctionne-t-elle ?
La cage de chasteté fonctionne sur un principe relativement simple, impliquant un confinement sécurisé. Comment installer une cage de chasteté : L’anneau de base est d’abord mis autour de la base du pénis et placé derrière les testicules. On positionne ensuite le tube sur le pénis avant de l’insérer dans la cage. Sécurisation du dispositif : Après avoir installé le tube, on insère les tiges de connexion pour joindre l’anneau de base à la cage. Le dispositif est finalement verrouillé à l’aide du verrou. Celui-ci permet à la cage de jouer son rôle de prison et empêche le retrait de la cage, sauf si le détenteur de la clé décide de la déverrouiller.
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